As fotografias utilizadas na exposição, todas com mais de 50 anos de idade, passaram por um minucioso processo de restauração digital, para recuperar sua qualidade.

Neste processo, os antigos originais em papel são digitalizados usando um scanner de alta resolução, e depois são trabalhados em equipamentos e programas especialmente desenvolvidos para este fim.

O tratamento tem basicamente duas etapas, sendo a primeira destinada à recuperação de marcas causadas por danos físicos em partes da imagem, como fungos, arranhões, amassados, dobras e rasgos. A segunda etapa é o ajuste das tonalidades, recuperando assim o equilíbrio da imagem, resolvendo problemas principalmente de desbotamento desigual causado por exposição a raios ultravioleta, e também por fungos. Após o restauro, que pode tomar até diversas horas por imagem, esses arquivos são impressos por uma moderna tecnologia fotográfica, e revelados no mesmo tipo de papel utilizado para fotografia tradicional. O resultado é mostrado nos exemplos abaixo.

Um diferencial deste processo está no fato de que, além de recuperar a qualidade da informação presente nas fotografias, o arquivo digital tem prazo de validade indeterminado, podendo ainda dar saída a inúmeras cópias em mídias diversas, notadamente eletrônica e papel, sem perda de qualidade ao longo do tempo, preservando assim permanentemente o acervo.

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